Olá meus amores, tudo bom?
Hoje eu vim falar sobre como medicar o bebê doente, todas as mamães de primeira viagem tem uma história um pouco triste é difícil pra contar, sobre a luta que é conseguir medicar o bebê, rs, e hoje eu vou contar a minha.

Primeiramente, toda medicação tem que ser prescrita por um pediatra, nada de medicar em casa, sem supervisão de um médico, ou sem receita.

 Diagnóstico: Garganta Inflamada
 Receita: Dipirona, e antibiótico.

Gente, todo mundo do planeta sabe que dipirona é um caos, até um adulto faz uma bela, de uma careta para tomar, porque o sabor dele não é NADA agradável. Porém, ele é o líder quando estamos falando sobre "febre", existem muitos remédios mais adocicados quando infantil, que seja antitérmico , mas ele demoram muito para agir, e as vezes não abaixam, e nem mantém a febre longe por pelo menos 6 horas ( intervalo mínimo para medicação). Então o melhor, é o dipirona 500mg, o rei dos amargos. Então o que eu faço para abaixar a febre do meu bebê, sem que ele vomite, ou fique com náuseas.
 Com o remédio em mãos, e com a dosagem indicada, eu faço uma boa misturinha, para que ele consiga tomar tudo, e sem passar mal, e não rejeitar na próxima dosagem.
Então vamos aos ingredientes, ao passo a passo:

- Dipirona 500mg (15 gotas no caso do Miguel)
- Danone de chocolate branco (Danette)
- Calda para sorvete de Chocolate

Passo a passo:

2 colheres rasas de danone , 15 gotas de dipirona ,e 2 colheres de sobremesa de calda de sorvete, coloque em um recipiente que chame a atenção do bebê, misture bem, experimente, para ver se precisa acrescentar algo. E sirva ao bebê, o mais rápido possivel, para não dar tempo de ele sentir qualquer resquício de amargo a cada colherada. Por fim, termine com um pouco d'Água. Se a febre tiver um pouco alta, pode dar um banho morno, enquanto o remédio não começa a fazer efeito, e ajuda a baixar ainda mais a temperatura, e deixando o bebê mais aliviado e confortável (nunca misture álcool na água do banho da criança). Evite colocar roupas muito quentes, nesse período, prefira regata, e shorts, e para meninas um vestidinho basta. Em no máximo duas horas, a febre já vai estar baixando gradativamente. E você, já vai estar menos desesperada, como nós mães sempre ficamos. Se a febre não baixar, procure um hospital imediatamente, para que eles tomem a atitude adequada.
 Este foi o meu modo, para conseguir medicar o meu bebê, provavelmente alguém pode pensar, se esse doce excessivo pode fazer algum mal a ele. Mas, a dose é muito pouca, e com febre não se brinca, existem casos e casos, de convulsões provocadas por febre alta, ainda mais prováveis em crianças de pouca idade, por isso o ideal é que ele tome a medicação. Com o antibiótico você pode  fazer a mesma misturinha, lembrando de nunca atrasar a medicação.

É isso pessoal, qualquer dúvida podem me mandar email, ou deixar aqui nos comentários mesmo, estou a disposição. Um beijo, a até a próxima ❤️


Olá, pessoal, tudo bom?

Hoje, teremos um papo bem descontraído, sobre gravidez na adolescência, que é muito comum por sinal, hoje em dia. Eu vou contar minha experiência da gestação, como desejos, cuidados, e parto normal. Então, vamos lá?!

Bom, primeiro eu quero esclarecer que minha gestação foi planejada, eu ainda morava com meus pais (mãe), mais era questão de tempo para eu e meu marido se mudar para nossa atual casa. E pra mim, foi uma mudança total, mais que já estava de acordo, então, eu precisava apenas a me adaptar. Mais eu falo sobre isso num próximo post.

O primeiro mês: Gente, eu posso resumir esse primeiro mês em uma só palavra, SONO. Já era do meu fetil dormir muito, mas na gestação isso piorou ainda mais, eu só pensava em dormir, 24h por dia, literalmente. Só que como toda gestação, a alimentação tem que ser a melhor possível, mas até nisso o meu sono me atrapalhava, tanto que meu marido, era quem preparava meu alimento, e levava até a mim e me vigiava para que pudesse comer tudo e voltar a dormir, até ter que levantar de vez. De resto, estava tudo normal, não percebi nenhuma outra "coisa" fora do normal.

O segundo mês: Posso também resumir esse mês em uma só palavra, FOME. Meu Deus, era fome demais, eu passei a sentir muito mais fome a partir do segundo mês, eu buscava comer alimentos mais saudáveis, durante o dia, mas como eu trabalhava numa pizzaria, eu tinha a obrigação de jantar pizza. Porém, eu já não gostava mais de pizza tanto assim, porque eu já trabalhava lá a uns dois anos. Então, eu comia só o essencial mesmo, e o resto da noite, eu chupava laranja. Mas com toda essa fome, apareceu os horríveis, enjôos matinais. Que são bem chatinhos, mais eu conseguia lidar normalmente com um pacotinho de biscoito de maisena, no criado mudo ao lado da cama. Então eu abria os olhos, e já comia uns biscoitinhos para não passar mal, e pra mim funcionou super bem.

O terceiro mês: Bom, a partir desses dois primeiros meses, eu não percebi muita diferença no meu catidiano, eu basicamente, comia, dormia, e engordava. Sem contar nas visitas frequentes ao médico, exames, consultas, todos os meses. Eu também comecei a sentir o bebê mexer, e ele mexia muito. Meu marido ainda não sentia, porque a distância dele no meu útero pra barriga a fora ainda era grande. Mas nos mamães sentimos, de muito cedo. Eu vou dar uma acelerada no processo, para não ficar muito longo...

No quarto mês de gestação, a gente descobriu o sexo do bebê, eu já havia saído do trabalho, já estava morando com meu marido, e era uma atual dona de casa. Em questão de "desejo" não tive nenhum, mais era bem mimada, quando queria comer algo diferente. No quinto mês, minha barriga ainda era bem pequena, não aparecia quase nada. No sexto mês, eu já estava bem gordinha, e planejando o chá de bebê. No sétimo mês, a gente fez o chá de bebê, minha barriga estava bem grandinha, meus pés começaram a inchar, minhas costas doíam um pouco, devido o ganho de peso, e eu estava comendo ainda mais, tanto que almentei 22kg até o fim da gestação.

O oitavo mês: O berço, a cômoda, as roupinhas, e a mala da maternidade da estavam prontas. O Miguel mexia tanto, que dava para ver nitidamente, quando eu mostrava a barriga.
 No dia 20/08/13 eu tinha consulta de rotina (pré-natal), foi onde eu tive uma surpresinha, não necessariam boa, pressão alta, normalmente conhecida como "Enclampisia", que pode colocar em risco de vida, tanto a mãe, quanto o bebê. Meu médico, me orientou para que eu fosse para maternidade, e tomasse uma medicação para abaixar a pressão, pois meu parto tinha previsão só para o dia 5 de setembro. Ok, fui para o hospital mais próximo de casa, fui atendida, fiz exames para ver se estava tudo nos conformes com o bebê, e fui medicada, aguardei uns 40 minutos, e voltei novamente com a médica, e nenhuma alteração na pressão, ou seja, ainda alta. No hospital que eu tava, estava sem Anestesis no momento, então eu fui transferida para outro hospital, para que pudesse ter o bebê o mais breve possível. Aí com toda correria, stress, o meu marido, convenceu a médica para me mudar de hospital, porque no que eu estava, não era de maior qualidade, se é que vocês me
entendem. Troquei de hospital mais uma vez, mais já para o que a gente havia planejado, com algumas dores devido a dilatação, minha família chegou no hospital, e adivinhem... Voltei ara casa, porque eu não estava com dilatação o suficiente para internação, e minha pressão já estava normal. No dia seguinte, eu estava bem cansada, e um pouco preocupada, porque eu não estava sentindo o bebê, como ele mexia de conforme. Voltei a maternidade, minha pressão havia subido de novo. E fui internada, isso era umas 18h, tomei medicação para induzir o parto, fiquei a madrugada inteira acordada, com leves contrações, tomei um banho pra lá de quente, para ajudar na dilatação. E a partir das 5:30 da manhã eu comecei a ter contrações fortes.

O parto normal: Primeiro, a médica me aconselhou a fazer uns exercícios de agachamento, para ajudar a posicionar melhor o bebê, fiz isso por uma horas mais ou menos, meu marido foi quem me ajudou. Eu estava com contrações bem constantes, acho que de menos de 5 minutos cada uma, e então era a hora de fazer força. Eu confesso para vocês que é bem doloroso as contrações, e é difícil se concentrar em outra coisa a não ser a dor, então fica cada vez pior. O momento de empurrar havia começado, e era bom, porque a força que eu fazia, revertia a dor da contração, e foi assim. Quando foi 08:04 da manhã meu bebê finalmente nasceu, com 3,4kg e 50 centímetros. Aquele foi o momento mais feliz da minha vida, quando eu finalmente vi o rostinho dele. É emocionante demais, não existem palavras para expressar. Em questão da dor, ela seçou, no momento em que ele nasceu, eu não tomei nenhum tipo de anestesia, e foi assim o nascimento do meu anjinho.


Pessoal, essa foi minha experiência, que eu tenho o maior orgulho em dividir com vocês, se quiserem mais detalhes, é só deixar nos comentários. Obrigada por lerem, e desculpem se eu falo demais, rs. Um beijo meus amores, assim que possível eu posto fotos, de toda essa tragétoria. Fiquem com Deus, e lembrem-se sempre que ele é justo, e sabe de todas as coisas. ❤️





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